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Câmara de Fartura autoriza Executivo a adquirir Sistema de Ensino do SESI-SP para Educação Infantil

Em sessão extraordinária ocorrida na quinta-feira (14), os vereadores farturenses autorizaram, por unanimidade de votos, o Executivo a celebrar convênio com o SESI-SP (Serviço Social da Indústria) objetivando a aquisição do Sistema de Ensino para a Educação Infantil.

Segundo a justificativa do Projeto de Lei, mediante solicitação e análise do material SESI realizada pelos professores da Educação Infantil (0 a 5 anos) do município, constatou-se que a implantação do sistema visa melhorar ainda mais a qualidade do ensino. O sistema oportuniza a complementação das atividades no planejamento das aulas, não engessando o professor a seguir somente os conteúdos apresentados no material, respeitando assim, a ludicidade, âmbito escolar, faixa etária e direito de aprendizagem dos alunos.

Ainda vale destacar que adquirindo o material, a Rede Municipal de Educação receberá formações aos professores e gestores, podendo monitorar a avaliação dos resultados, possibilitando a visão panorâmica de todo o processo.

Antes de o projeto ser aprovado, os vereadores usaram a palavra para enaltecer o trabalho da Coordenadoria Municipal da Educação e a qualidade do material apostilado do SESI, como também comentaram sobre a possibilidade dos professores municipais receberem abonos salariais. Os edis, que fizeram uso da palavra, deixaram claro que são a favor do abono para os educadores.

CRÉDITO ADICIONAL SUPLEMENTAR

No início da tarde de segunda-feira (11), também em sessão extraordinária, os vereadores aprovaram dois projetos do Executivo, ambos sobre abertura de crédito adicional suplementar.

Primeiramente os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei n° 46/2017, de 8 de dezembro de 2017, que dispõe sobre abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 260 mil.

O segundo projeto, o n° 47/2017, que prevê a abertura do valor de R$ 765.800,00 teve cinco votos favoráveis e quatro contra (Pitukinha, Sarapiá, Anderson Lima e Bruno Guazzelli), em primeira votação, porém em segunda votação foi aprovado por unanimidade.

“Em primeira votação fomos contrários, pois nos manifestamos solidários às entidades, que acreditamos que precisam do duodécimo da Câmara para arcar com seus compromissos e colaborar com o desenvolvimento das mesmas, porém na segunda votação votamos favoráveis, pois não poderíamos ser contra o restante do remanejamento de dotações que seria para cumprir com obrigações patronais e vencimentos dos funcionários públicos”, explicou o vereador Pitukinha.

Esse segundo projeto no valor de R$ 765.800,00, prevê anulação parcial no valor de R$ 118.950,00 da Câmara, valor esses que os parlamentares de oposição queriam barganhar com o prefeito para serem investidos nas entidades municipais.